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Bolo Carnaval



Fiz este bolo para festejar duas datas.
O dia de Carnaval e o dia da Mulher.


Felicito todas as Mulheres, não só pelo dia de hoje ,mas pelo seu esforço durante todos os dias do ano 



Desejo a igualdade entre as pessoas e que todas possam viver sem uma máscara !!

Aqui deixo a receita deste BOLO DE AMÊNDOA:


- 2 Chávenas de chá de farinha com fermento
- 1 chávena    de açúcar
- 1 colher de sopa de fermento
- 100g de amêndoa moída
- 50g de amêndoa palitada
- 1 chávena de margarina derretida
- 2 chávenas de leite


Numa taça coloque a farinha, o açúcar, a margarina derretida e as amêndoas e envolva tudo. Adicione o leite aos poucos misturando tudo muito bem até a massa ficar cremosa.  Coloque o preparado numa forma já untada com margarina e polvilhada com farinha. Levar ao forno quente por aproximadamente por 30 a 40 minutos. Depende de cada forno.







Dia internacional da Mulher ___ 08 de Março de 2010

Hoje não podia deixar de fazer um bolo para comemorar este dia tão especial .Vou dedicar este bolo
a todas as mulheres que me são chegadas e mesmo aquelas que nem conheço,pois todas somos Mulheres,que lutamos todos os dias com garra para vencer mais um dia.
UM GRANDE BRINDE A TODAS NÓS!!!!!!!!!
POEMA MULHER


O poema   é como um corpo  de mulher.            Há-de ser suave,  leve, belo.
Há-de possuir  pontos sensíveis,          em que um simples toque  o faça vibrar.       
Há-de ser forte   e delicado,           flexível,          mas inquebrável.
Para alguns é impenetrável.         Para alguém especial,       é aberto, transparente, claro.

Aníbal Albuquerque – escritor, jornalista, professor universitário, brasileiro de MG

 Deixo aqui também um  poema de Florbela Espanca, uma Mulher revolucionária, um símbolo perfeito da feminidade em todo o seu explendor....

Mais Alto
Mais alto, sim! mais alto, mais além
Do sonho, onde morar a dor da vida,
Até sair de mim! Ser a Perdida,
A que se não encontra! Aquela a quem
O mundo nao conhece por Alguém!
Ser orgulho, ser águia na subida,
Até chegar a ser, entontecida,
Aquela que sonhou o meu desdém!
Mais alto, sim! Mais alto! A Intangível
Turris Ebúrnea erguida nos espaços,
A rutilante luz dum impossível!
Mais alto, sim! Mais alto! Onde couber
O mal da vida dentro dos meus braços,
Dos meus divinos braços de Mulher!
                            Florbela Espanca